O meu caro homónimo Rui Bebiano comenta, no seu blogue "A Terceira Noite", uma realidade peruana de produção de cópias ilegais de livro. A história destes "piratas do livro" traz-me de forma iressistivel a lembrança dos ultimos eventos relacionados com o grupo Leya.
E dou comigo a pensar que para além dos argumentos esgrimidos a favor destes Robin dos Bosques do papel, aqui pelo burgo podiamos ajuntar mais um: quando algum editor "respeitável" se lembrasse de eliminar os "excedentes" poderiamos sempre recorrer a esta produção "alternativa" para adquirir a obra "fora de mercado.
Era uma benesse!
09 Março 2010
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