21 Janeiro 2010

Charles Dickens

Existe em Fronteira um juiz que acha que o melhor para uma criança é fechá-la num lar. Sustentando a decisão na sua própria interpretação de conceitos e diagnósticos para o qual não está ( nem se espera que esteja ) tecnicamente capacitado. Se não se permite a um psicólogo tomar decisões judiciárias porque se tolera poder um juiz tomar decisões que aparentemente vão contra os proprios pareceres dos especialistas?

Será que o superior interesse da criança consiste em separá-la dos pais, da família, dos amigos? Não haveria outras soluções menos penalizantes para a menor? Esta gente não tem filhos??

Este é aliás um problema recorrente na justiça em Portugal: o de um juiz se arrogar o direito de decidir ao arrepios de pareceres tecnicos, como se fosse detentor da verdade única e mais sábio que os sábios. Que se apresenta na primeira aula das Faculdades de Direito deste país oi exemplo de Salomão!

LINHA DA FRENTE - Vídeos Multimédia RTP

Santana Lopes condecorado hoje por exercício de “funções públicas de alto relevo” - Política - PUBLICO.PT

O santana não está cá! Tá! Tá!

É o que eu digo, isto só vai lá a bengaladas
Santana Lopes condecorado hoje por exercício de “funções públicas de alto relevo” - Política - PUBLICO.PT

20 Janeiro 2010

Business has usual

Haiti: cruzeiro atraca na ilha, apesar da catástrofe - Mundo - PUBLICO.PT

17 Janeiro 2010

Cavalo à Solta

saudade de Ary

Casamentos de Santo António

Acho no mínimo curiosa esta trapalhada dos casamentos de Santo António. Primeiro a Câmara diz que casa homossexuais, depois a Igreja esbraceja, depois a Igreja protesta, depois a Câmara recua, depois as organizações LGBT protestam.

Eu, que sou um ateu empedernido mas que até nutro uma certa simpatia pelo Santo Antonico, acho absolutamente indecoroso ( para não dizer algo mais violento ), que alguns pares, sejam eles hetero ou homo, se pretendam aboletar à sombra da benção do santo - que é como quem diz dos euros camarários - sem para isso alinhar no casamento católico.

Parece que estamos como dizia o outro: ou há moralidade ou comem todos!